Agência cria pegadinhas falsas pra questionar esse tipo de ação publicitária

Neste ano, se tem algum estilo publicitário que vimos abundantemente foram as ‘pegadinhas’, algumas bem criativas e interessantes, outras de um mau gosto assustador. Mas todas tem algo em comum: se tornaram vídeos virais. Mas, será que é apenas isso que importa? 

A agência canadense John st. propõe a reflexão: será que realmente precisamos usar do artifício do medo para atrair a atenção dos consumidores? As pessoas sabem que, na grande maioria desses comerciais, são todos atores e não pessoas reais que caíram na pegadinha?
 
Pra isso, eles produziram dois vídeos. O primeiro, chamado de Stress Test, é uma simulação de uma pegadinha, onde um bebê é raptado, a mãe fica enlouquecida pedindo ajuda e quando ela pede ajuda ao policial, ele mostra uma placa com os dizeres “Stay fresh under stress” (Algo como: Fique refrescada sob estresse), numa referência clara ao viral feito pela Nivea onde eles transformavam pessoas comuns em procurados pela polícia no aeroporto – relembre aqui.
 
O outro vídeo é o Home Invasion, que mostra um suposto ‘sequestro’ de um casal dentro de sua casa, para logo depois mostrar que é uma comemoração de amigos celebrando com uma cerveja, ironizando o viral da Carlsberg que fez amigos passarem por apuros para salvá-los e provar a amizade – relembre aqui. Veja o vídeo da agência chamado “ExFEARiental”:

A agência fez essas ações para ironizar as pegadinhas, mostrando que é relativamente fácil assustar as pessoas (ou simular o susto), e o quão fica estranho para uma marca tentar se valer desse tipo de artifício – o medo, para ganhar mais visualizações.
 
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