Comparação: os melhores tablets de 2012

Qual será o tablet mais alucinante do ano? Confira a tabela e tire suas próprias conclusões. 

Com a chegada do novo iPad mini, muitos consumidores ficaram com – ainda mais – dúvidas sobre qual será o melhor tablet a ser comprado neste final de ano. Não há dúvidas de que temos quatro grandes concorrentes no mercado: os dois tablets da Apple (novo iPad e iPad mini), Google Nexus 7 e Microsoft Surface (o primeiro a surgir com o Windows RT).
 
Confira agora alguns detalhes sobre cada um dos modelos e encontre o aparelho que melhor se encaixe no seu perfil de utilização. Afinal de contas, não são todos os usuários que procuram os mesmos benefícios em seus tablets.
iPad 4
É inegável que o iPad é a maior referência do mundo quando se trata de tablets. O aparelho possui mais de 50% do mercado no segmento e cada novidade nas novas versões é acompanhada por milhões de pessoas. A geração mais recente no mercado (The new iPad) está com excelentes números nas vendas — entre todas as gerações, já foram mais de 100 milhões de unidades vendidas — e deve isso a alguns recursos surpreendentes.
 
Com tela Retina, o iPad conseguiu atingir a incrível resolução de 2048×1536 pixels, garantindo muita beleza para os jogos e apps rodados no aparelho. Para fazer tudo isso funcionar, a Apple equipou o tablet com um processador A6X, que possui dois núcleos de processamento central e mais quatro dedicados à parte gráfica — dobrando a potência do A5X usado no “The new iPad”.
 
Mas há quem diga que o principal atrativo do iPad não está no hardware, mas sim na App Store. Com milhares de opções, a loja de aplicativos garante que qualquer usuário consiga encontrar jogos e apps que mais se encaixem em seus gostos e suas necessidades.
iPad mini
Anunciado no dia 23 de outubro, Tim Cook apresentou o iPad mini para o mundo. Com isso, ele revelou os planos da Apple de concorrer diretamente com os tablets de 7 polegadas que estão atualmente no mercado – deixando claro que a Maçã quer dominar ainda mais o mercado em que já é líder absoluta.
 
Com 7,9 polegadas e deixando de lado a tela Retina, o iPad mini pode ser uma excelente opção para estudantes e profissionais que precisam de muita mobilidade e acabam não a encontrando na versão original de 10 polegadas do aparelho. Não por menos: o iPad mini tem a metade do peso do seu “irmão maior”.
Nexus 7
Sempre que vemos algum anúncio da Google, esperamos encontrar o que existe de mais “puro” no Android. E com o Nexus 7 isso é mais uma vez comprovado. O aparelho, criado em uma parceria entre ASUS e Google, traz o Android 4.1 Jelly Bean em sua versão mais leve – boa parte disso se deve ao fato de não haver alterações no código do sistema.
 
O Google Nexus 7 traz configurações de hardware bastante satisfatórias, mas um de seus principais destaques é o preço baixo. Nos Estados Unidos, ele pode ser encontrado por valores que se iniciam nos US$ 199 (R$ 403), o que é um preço baixo para um tablet com processador quad-core.
 
Atualmente, não há jogos ou outros programas disponíveis na Google Play Store que o Google Nexus 7 não seja capaz de rodar. Até mesmo os games mais pesados podem ser executados com bastante facilidade pelo aparelho. Outra grande vantagem é o peso do tablet, que com apenas 340 gramas é uma das opções mais portáteis da atualidade.
Microsoft Surface RT
O primeiro tablet com processador ARM a ser produzido pela Microsoft está prestes a chegar ao mercado. Com recursos de hardware que seriam mais do que suficientes para qualquer tablet, o aparelho surge com a árdua tarefa de mostrar que a Microsoft não precisa ficar presa aos computadores tradicionais – tanto notebooks quanto desktops.
 
Ao mesmo tempo, o Microsoft Surface chega com um público quase pronto. Muitas pessoas ainda não partiram para o mundo dos tablets porque acham que não conseguirão se acostumar aos sistemas operacionais disponíveis. Por isso, o Windows RT – que é praticamente igual às versões desktop – pode ser o grande trunfo da empresa de Redmond.
 
Sem dúvidas, esses são os quatro aparelhos presentes no mercado que mais chamam a atenção dos consumidores – e também da imprensa, é claro. Com configurações de hardware similares, o que realmente os diferencia são as possibilidades que cada sistema operacional oferece (e também a portabilidade, no caso dos iPads). Fonte: tecmundo.com.br

 

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